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Adoção uma linda história de amor

Ser mãe adotiva é ser mãe, uma mãe que não gerou o filho no ventre, mas lhe deu uma razão de viver. Assim nasce uma mãe, quando o seu olhar se cruza com o do seu filho.

O ato da adoção é sem dúvida, um ato de amor e compaixão.

Então aproveite essa data para comemorar porque ela também é sua!

Na verdade não é fácil decidir adotar uma criança, são muitos fatores que acabam influenciando, mas aqui vamos citar a infertilidade. Algumas mulheres inférteis veem na maternidade um importante elo na construção da identidade feminina.

Essa mulher e futura mãe precisa trabalhar suas feridas em relação à infertilidade, a culpa e a tortura das inúmeras tentativas e frustrações.

Depois da entrada dos papéis, vem o processo mais difícil, a espera, uma gestação sem data de nascimento.

O amor incondicional de uma mãe é capaz de transformar uma criança em um filho, e é capaz de transformar uma criança doente e traumatizada em uma criança amada e amorosa.

A Ciência mostra que o cérebro da mãe adotiva passa por modificações e produz ocitocina, conhecida popularmente como o hormônio do amor, produzido por meio de afetos positivos, sorrisos, elogios e encorajamento ativo com o filho.

Estudos realizados em 2003 demonstram que as mães apresentam forte idealização em relação aos seus filhos, inclusive quando os viram pela primeira vez. Relatam que a chegada do filho adotivo trouxe “vida” à família, preencheu muito mais lacunas do que esperavam.

O papel do psicólogo é auxiliar à família e a criança, desde a revelação e construção da história de sua origem, ajudando a modificar as crenças em relação à suposta rejeição, auxiliar na construção do vínculo duradouro e significativo da família como um todo.

Por: Caroline Azevedo – Psicóloga e Neuropsicologa

CRP 6/85976

 

Referências

  • Paiva, Leila Dutra de. Adoção: significado e possibilidade. São Paulo: Zagodoni, 2011
  • http://www.portalsaofrancisco.com.br